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https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2331| Título: | O soar da zabumba: o quilombismo, identidade e territorialidade na Comunidade de Canudos/MG |
| Autor(es): | Calado, Maria Silvana Rodrigues |
| Orientador(ra): | Delfino, Leonara Lacerda |
| Membro(s) Banca: | Maia, Cláudia de Jesus Horácio, Heiberle Veiga, Ana Maria |
| Palavras-chave: | Território Negro de Jahyba;Quilombo;Quilombismo;Batuque;Territorialidade |
| Área: | Ciencias Humanas |
| Subárea: | Historia |
| Data do documento: | 23-ago-2025 |
| Resumo: | O presente estudo inclina-se para a análise de saberes ancestrais da comunidade quilombola de Canudos, pertencente ao Território Negro de Jahyba. O objetivo é investigar as práticas de luta quilombola para a afirmação e reconhecimento do território como uma manifestação de quilombismo, ou seja, um projeto político, constituído por passados/vivos e atravessado pela territorialidade dos afetos e pelos modos de ser/viver e sentir do agenciamento quilombola em permanente movimento. Dentre as práticas de resistência em defesa da territorialidade, elegemos o batuque, a fundação da N´Golo e do espaço escolar, enquanto marcadores centrais na construção identitária do grupo comunitário como sujeito coletivo de direitos. As pessoas mobilizadas entrevistadas são os moradores/as da comunidade, dentre eles, Seu Nelson Rodrigues de Oliveira, Dona Filomena Cardoso Ramos e a presidente da Federação Quilombola do Estado de Minas Gerais- N´Golo, Edna Correa. Utilizamos a história oral como metodologia, uma vez que essa abordagem contribui para que os/as sujeitos/as sejam ouvidos/as, além de permitir explorar a memória e a identidade comunitária, por meio das narrativas orais. Ademais, consultamos também o Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTID) da comunidade (2005), com intuito de mapearmos o processo de formação e certificação do quilombo. Nesse sentindo, compartilhamos do conceito de escutavivência quilombola para a compreensão do quilombismo político, experiência em movimento construída por meio da partilha de ritos, símbolos e práticas, atravessada pela territorialidade dos afetos e da corporeidade rítmica como modos de afirmação do fazer-se quilombola. |
| URI: | https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2331 |
| Aparece nas coleções: | Dissertações |
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