Use este identificador para citar ou linkar para este item:
https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2501Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | Azofeifa, Gerardo Arturo Sanchez | - |
| dc.contributor.advisor | Espírito Santo, Mário Marcos do | - |
| dc.contributor.author | Silva, Sarah Freitas Magalhães | - |
| dc.date.accessioned | 2026-03-31T14:03:31Z | - |
| dc.date.issued | 2014-02 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2501 | - |
| dc.description.abstract | The aim of this study was to determine the K coefficient in different successional stages of a Brazilian Tropical Dry Forest (TDF): very early, early, intermediate and late. This coefficient was calculated according to the equation: K = logB/LAI, where logB was determined by values of NDVI (Normalized-Difference Vegetation Index) and EVI2 (Enhanced Vegetation Index) in different phenological phases of vegetation; and LAI (Leaf Area Index) was determined by the average of LAI at different phases of leaf development. The spectral indices (NDVI and EVI2) were derived from solar and photosynthetically active radiations measured by meteorological sensors. The LAI was obtained by using hemispherical photographs. Once the K coefficient is determined it can be applied to the equation: LAI= K*logB. Due to TDF seasonality, the LAI, NDVI and EVI2 varied significantly throughout the rainy season. The measured indices varied significantly between successional stages, indicating sensitivity to structural differences during forest regeneration. Due to variations during the leaf development in TDF, we also determined ΔK (leaf growth phase) and Kmax (leaves fully expanded). Furthermore, the K values differed between succession stages. Thus, we established a model based on spectral properties of vegetation coupled with biophysical characteristics in a TDF that makes possible to estimate LAI. The application of the K coefficient can improve remote estimations of forest primary productivity and gases and energy exchanges between vegetation and atmosphere. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Other | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | índices espectrais da vegetação | pt_BR |
| dc.subject | Área foliar | pt_BR |
| dc.subject | Monitoramento remoto | pt_BR |
| dc.subject | Floresta tropical seca | pt_BR |
| dc.subject | Estágios sucessionais | pt_BR |
| dc.subject | Fenologia | pt_BR |
| dc.title | Determining the K coefficient to Leaf Area Index estimations in a Tropical Dry Forest | pt_BR |
| dc.type | Dissertacao | pt_BR |
| dc.subject.area | Ciencias Biologicas | pt_BR |
| dc.subject.subarea | Biologia Geral | pt_BR |
| dc.description.resumo | O objetivo desse estudo foi determinar o coeficiente K em diferentes estágios de sucessão de uma Floresta Tropical Seca (FTS) brasileira: muito inicial, inicial, intermediário e tardio. Esse coeficiente foi calculado de acordo com a equação: K= logB/IAF, em que logB é determinado por valores de NDVI (Índice de Vegetação por Diferença Normalizada) e EVI2 (Índice de Vegetação Aprimorado) em diferentes fases fenológicas da vegetação; e o IAF (Índice de Área Foliar) é determinado pela média de IAF em diferentes fases de desenvolvimento foliar. Os índices espectrais (NDVI e EVI2) foram derivados a partir da radiação solar e fotossinteticamente ativa mensuradas por sensores meteorológicos comuns. O IAF foi obtido através da técnica de fotografias hemisféricas. Uma vez determinado o coeficiente K ele pode ser aplicado na equação: IAF= -K*logB. Devido à sazonalidade da FTS, os valores de IAF, NDVI e EVI2 variaram significativamente ao longo da estação chuvosa. Os índices mensurados variaram significativamente entres estágios sucessionais, indicando sensibilidade às diferenças estruturais dos estágios. Devido às variações em decorrência do desenvolvimento foliar na FTS, foram determinados também o ΔK (fase de crescimento foliar) e Kmax (folhas já completamente desenvolvidas). Além disso, os valores de K variaram entre estágios sucessionais. Assim, estabelecemos um modelo, baseado em propriedades espectrais da vegetação aliado às características biofísicas de uma FTS, através do é possível estimar o IAF. A aplicação do coeficiente K pode ainda aprimorar estimativas remotas de produtividade primária florestal e as trocas de gases e energia entre vegetação e atmosfera. | pt_BR |
| dc.embargo.terms | aberto | pt_BR |
| dc.embargo.lift | 2026-04-01T14:03:32Z | - |
| dc.contributor.referee | ., . | - |
| Aparece nas coleções: | Dissertações | |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| Silva, Sarah Freitas_Determining the K coefficient to leaf_2014.pdf | 738,01 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.