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https://repositorio.unimontes.br/handle/1/1733Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | Brandão, Viviane Bernadeth Gandra | - |
| dc.contributor.author | Martins, Ana Maria Alves | - |
| dc.date.accessioned | 2025-01-21T19:34:01Z | - |
| dc.date.issued | 2023-11-13 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.unimontes.br/handle/1/1733 | - |
| dc.description.abstract | : This work consists of reflecting on Neurodiversity and Inclusive Education. When observing history, one notices the exclusion of several social groups, popularly called “minorities”, from institutional and social practices, as they distance themselves from conventionally constructed standards, being exposed to impositions, educational and political restrictions and being prevented from collective practices. The expression Neurodiversity was coined by sociologist Judy Singer, conceptualizing the term as the understanding that distinct neurological conditions, which differ from the “standard” are part of human diversity, not requiring cure or procedures that aim to make neurodivergent people “indistinguishable from pairs". Therefore, human diversity begins to be understood, respected and analyzed as part of a social context. Autism is a neurodevelopmental disorder marked by differences in social communication and the presence of restricted patterns of interest and behavior. The dissertation consisted of a bibliographical research, in its initial article; a quantitative research in its second article, which aims to present who autistic/neurodivergent children are and a qualitative research in its third article, both with the population of autistic children aged six to eleven years old, without gender distinctions, registered at the Associação Norte Minas Gerais Support Center for Autistic People – ANDA, located in the city of Montes Claros – MG. A questionnaire was used as a research instrument, obtaining a total of fourteen questionnaires completed by the children's guardians. The results point to a profile with a predominance of males. The majority of participants are of low socioeconomic status, enrolled in public schools, in addition to the predominance of autistic people with comorbidities in addition to ASD. In addition to the research, it highlights stereotypes and expectations regarding inclusion, as well as the need for broad discussions about autism and neurodiversities, considering that the perspective of neurodiversity expands the acceptance and inclusion of diversities. Therefore, the research highlights the need for broad discussions about autism and neurodiversities, considering the subjects in their contexts, with a careful look at the possibilities of double exceptionality, the risks of double exclusion and denied access, paying attention to the social structure under a neurotypical paradigm, which in itself, leads neurodivergent subjects to face daily challenges in their existence, which will sometimes be enhanced by an education that makes them invisible, by a socioeconomic context that makes access to quality of life difficult, by social stigmas within from the community of health and education professionals itself. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Other | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Educação inclusiva | pt_BR |
| dc.subject | Neurodiversidade | pt_BR |
| dc.subject | Autismo | pt_BR |
| dc.subject | Autistas - Crianças | pt_BR |
| dc.title | Neurodiversidade na educação: quem são e como se dão os processos educacionais das crianças neurodivergentes? | pt_BR |
| dc.type | Dissertacao | pt_BR |
| dc.subject.area | Ciencias Humanas | pt_BR |
| dc.subject.subarea | Ciência Política | pt_BR |
| dc.description.resumo | Este trabalho consiste em refletir sobre a Neurodiversidade e a Educação Inclusiva. Ao observar a história, nota-se a exclusão de diversos grupos sociais, popularmente nomeados de “minorias”, das práticas institucionais e sociais, por se distanciarem dos padrões convencionalmente construídos, sendo expostos a imposições, restrições educacionais, e políticas e sendo impedidos de práticas coletivas. A expressão Neurodiversidade foi cunhada pela socióloga Judy Singer, conceituando o termo como a compreensão de que as distintas condições neurológicas, que se diferem do “padrão” são parte da diversidade humana, não necessitando de cura ou procedimentos que visem tornar os neurodivergentes “indistinguíveis dos pares”. Sendo assim, a diversidade humana passa a ser compreendida, respeitada e analisada como parte de um contexto social. O autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento marcado por diferenças na comunicação social e presença de padrões restritos de interesse e comportamento. A dissertação se constituiu em uma pesquisa bibliográfica, em seu artigo inicial; uma pesquisa quantitativa em seu segundo artigo, que objetiva apresentar quem são as crianças autistas/neurodivergentes e de uma pesquisa qualitativa em seu terceiro artigo, ambos com a população de crianças autistas de seis a onze anos, sem distinções de gênero, cadastradas na Associação Norte Mineira de Apoio ao Autista – ANDA, localizada na cidade de Montes Claros – MG. Utilizou-se como instrumento de pesquisa questionário, obtendo total de quatorze questionários preenchidos pelos responsáveis das crianças. Os resultados apontam um perfil com predominância do gênero masculino. A maior parcela dos participantes encontra-se em baixo nível socioeconômico, matriculados em escolas públicas, além do apontamento da predominância de autistas com comorbidades além do TEA. Além da pesquisa, apontar os estereótipos e expectativas acerca da inclusão, bem como a necessidade de discussões amplas sobre o autismo e as neurodiversidades, considerando que perspectiva da neurodiversidade amplia a aceitação e inclusão das diversidades. Logo, a pesquisa aponta a necessidade de discussões amplas sobre o autismo e as neurodiversidades, considerando os sujeitos em seus contextos, com um olhar atento as possibilidades de dupla excepcionalidade, aos riscos de dupla exclusão e acessos negados, atentando-se a estruturação social sob um paradigma neurotípico, que por si só, leva sujeitos neurodivergentes a se deparar com desafios diários em sua existência, que por vezes serão potencializados por uma educação que os invisibiliza, por um contexto socioeconômico que dificulta acessos à qualidade de vida, por estigmas sociais dentro da própria comunidade de profissionais da saúde e educação. | pt_BR |
| dc.embargo.terms | aberto | pt_BR |
| dc.embargo.lift | 2025-01-22T19:34:02Z | - |
| dc.contributor.referee | Cardoso, Zilmar Santos | - |
| dc.contributor.referee | França, Silvana Diamantino | - |
| Aparece nas coleções: | Dissertações | |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| Martins, Ana Maria Alves_Neurodiversidade na educação_2023.pdf | 1,32 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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