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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorBaioni, Rafael-
dc.contributor.authorParada, Isabela-
dc.date.accessioned2025-07-24T19:19:58Z-
dc.date.issued2025-05-13-
dc.identifier.urihttps://repositorio.unimontes.br/handle/1/1972-
dc.description.abstractAs one of the lines of action that compose the creation of an art school within an environmental preservation area in Milho Verde, Minas Gerais, this dissertation aims to ground such a school in a pedagogical foundation aligned with black feminist and counter-colonial thought. To that end, it asks: how can a counter-colonial pedagogical proposal be constructed? Guided by which principles? Furthermore, how does the construction of knowledge take place when we articulate and reorganize ourselves based on these ways of thinking? The hypothesis underpinning this work was that, by distilling and refining the memory of experiences lived in Milho Verde, along with the educational and artistic journey of the researcher, it would be possible to transform such experiences into structured knowledge in favor of creating a counter-colonial art school. The aim was to reflect on the epistemological constructs of black feminist and counter-colonial thought, seeking their core elements so that, from them, pedagogical guidelines could emerge to later inform praxis within the school. This dissertation, therefore, addresses the reflective process undertaken. It begins by outlining the pedagogical trajectory developed prior to the idea of the art school, based especially on Foucault, Hannah Arendt, and Célestin Freinet. This trajectory is traced panoramically, emphasizing the key ruptures that shaped its genealogy, with schools understood as institutions that engage both knowledge and sensibility. The work then delves into the selected strands of thought, seeking responses to educational concerns surrounding the creation of this formative space. This deepening expanded the understanding of sensibility and approached community-building as a strategy for strengthening singular voices. The reflections drew on the works of Audre Lorde, Gloria Anzaldúa, bell hooks, and Patricia Hill Collins in the field of Black feminism, as well as Nêgo Bispo, Grada Kilomba, Jaider Esbell Makuxi, Oliveira, and authors from the Modernity/Coloniality Group in the field of decolonial and counter-colonial thought, weaving both strands together. From this reflective path, possible pedagogical guidelines for the art school emerged: the ethics of care, rootedness in territory, and Life.pt_BR
dc.description.sponsorshipOtherpt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectArtept_BR
dc.subjectGuias pedagógicaspt_BR
dc.subjectPensamento Contracolonialpt_BR
dc.subjectPensamento feminista Negropt_BR
dc.subjectMilho Verde (Serro, MG) - Educaçãopt_BR
dc.titlePercurso reflexivo sobre a criação de uma escola de artes em Milho Verde-MG a partir do pensamento contracolonial e feminista negropt_BR
dc.typeDissertacaopt_BR
dc.subject.areaCiencias Humanaspt_BR
dc.subject.subareaEducacaopt_BR
dc.description.resumoComo uma das linhas de ação que compõem a criação de uma escola de artes em um espaço de preservação ambiental em Milho Verde-MG, esta dissertação teve o objetivo de referenciar tal escola em um fundamento pedagógico alinhado aos pensamentos contracolonial e feminista negro. Para tanto, questionou-se: como construir uma proposta pedagógica contracolonial? Direcionada por quais guias? E, ainda, como ocorre a construção de conhecimento, quando nos articulamos e nos reorganizamos a partir desses pensamentos? Trabalhou-se com a hipótese de que, efetuando uma destilação e um refinamento da memória de experiências vividas em Milho Verde, e do percurso formativo da pesquisadora enquanto artista e educadora, seria possível realizar uma transformação dessas experiências em um conhecimento estruturado a favor da criação de uma escola de artes contracolonial. Almejou-se fazer reflexões sobre os construtos epistemológicos dos pensamentos contracolonial e feminista negro, buscando alguns de seus cernes para que, daí, emergissem guias pedagógicas que posteriormente deverão direcionar a práxis na escola. A dissertação trata, portanto, do percurso reflexivo realizado: primeiro abordou-se a elaboração da trajetória pedagógica anterior à ideia da escola de artes, a qual foi baseada especialmente em Foucault, Hannah Arendt e Freinet, traçando-a panoramicamente e dando relevância às principais rupturas que formaram a sua genealogia, compreendendo as escolas enquanto instituições que trabalham com a dimensão do conhecimento e do sensível; depois foi realizado o aprofundamento nas vertentes de pensamento selecionadas, buscando que respondessem às angústias educacionais sobre a criação desse espaço formativo, ampliando o entendimento da dimensão do sensível e percebendo a formação de comunidades como estratégia para fortalecimento de vozes singulares. Trabalhou-se com Audre Lorde, Gloria Anzaldúa, bell hooks e Patrícia Hill Collins para o feminismo negro, bem como com Nêgo Bispo, Grada Kilomba, Jaider Esbell Makuxi, Oliveira e alguns autores do Grupo Modernidade/Colonialidade para o pensamento decolonial e contracolonial, entrelaçando as duas vertentes. Deste percurso reflexivo, emergiram possíveis guias pedagógicas para a escola de artes, sendo elas a ética do cuidado, o enraizar-se no território e a Vida.pt_BR
dc.embargo.termsabertopt_BR
dc.embargo.lift2025-07-25T19:19:58Z-
dc.contributor.refereeAmorim, Mônica Maria Teixeira-
dc.contributor.refereeHorácio, Heiberle Hisberg-
dc.contributor.refereeThürler, Djalma-
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