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https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2151Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | Delfino, Leonara Lacerda | - |
| dc.contributor.advisor | Maia, Claudia de Jesus | - |
| dc.contributor.author | Cordeiro, Ana Claudia Vieira | - |
| dc.date.accessioned | 2026-03-12T16:27:56Z | - |
| dc.date.issued | 2024-03 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2151 | - |
| dc.description.abstract | The present study was dedicated to quilombo teachings developed, above all, by female leaders in the Buriti do Meio Quilombola Community. Our hypothesis is that the learning spaces, created in a community and collaborative way in the quilombo's backyards, enabled what we define as “territoriality of affections”. This concept is fundamental for understanding the political movement of women who manage the process of achieving public policies in this traditional community, through their actions mediated by activism in the Quilombola Association of Buriti do Meio. In this sense, we seek to reflect on the political agency of these women during the community recognition process, as quilombola territoriality in the fight to defend their traditional territory, constantly threatened by the advance of agribusiness in the Northern region of Minas. To achieve our objective, we analyzed, using oral history methodology, the actions of six female leaders, namely: Dona das Neves, Simone de Souza, Maria Roma Reis, Ana Lina, Ana Luiza and Joana de Fátima. We listened to their life trajectories and identified that their actions make them “guardians” of living memory, as they actively work in the construction of safe spaces dedicated to sharing quilombo teachings, notably: the backyards of Dona das Neves and Dona Eva (now deceased) ), the craft sheds, the residents' association and the quilombola school of Passagem Funda. We consider as teachings, in addition to writing literacy, the practices of transmitting these living memories (permanently re-signified) and the educational actions present in the telling of stories, in the teaching of songs, in dealing with the land and the countryside, in the listening to the elderly, in the handling of clay to make pots, in the corporeality of the dancers and in the quilombola racial literacy present in the celebratory meetings of the Feast of the Abolition of Slavery and Black Consciousness Day, based on the community project “Resistir and affirm.” | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Other | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Ensinagens de quilombo | pt_BR |
| dc.subject | Território dos afetos | pt_BR |
| dc.subject | Mulheres quilombolas | pt_BR |
| dc.subject | Saberes tradicionais | pt_BR |
| dc.subject | Memórias-vivas | pt_BR |
| dc.title | “Eu fui lá e reconheci esta comunidade!”: ensinagens de quilombo e territorialidade dos afetos no movimento político de mulheres em Buriti do Meio (1994-2020) | pt_BR |
| dc.type | Dissertacao | pt_BR |
| dc.subject.area | Ciencias Humanas | pt_BR |
| dc.subject.subarea | Historia | pt_BR |
| dc.description.resumo | O presente estudo foi dedicado às ensinagens de quilombo elaboradas, sobretudo, por lideranças femininas na Comunidade Quilombola Buriti do Meio. Nossa hipótese é que os espaços de aprendizagens, elaborados de forma comunitária e colaborativa nos quintais do quilombo, viabilizaram o que definimos como “territorialidade de afetos”. Conceito este fundamental para compreendermos o movimento político de mulheres que agenciam o processo de conquistas de políticas públicas nessa comunidade tradicional, através de suas ações mediadas pelo ativismo na Associação Quilombola de Buriti do Meio. Nesse sentido, buscamos refletir acerca do agenciamento político dessas mulheres durante o processo de reconhecimento da comunidade, enquanto territorialidade quilombola na luta pela defesa do território tradicional, constantemente ameaçado pelo avanço do agronegócio na região do Norte de Minas. Para cumprirmos nosso objetivo, analisamos, a partir da metodologia da história oral, a atuação de seis lideranças femininas, a saber: Dona das Neves, Simone de Souza, Maria Roma Reis, Ana Lina, Ana Luiza e Joana de Fátima. Ouvimos suas trajetórias de vida e identificamos que suas ações as tornam “guardiãs” da memória viva, por atuarem ativamente na construção dos espaços seguros dedicados à partilha das ensinagens de quilombo, notadamente: os quintais de Dona das Neves e de Dona Eva (já falecida), os galpões de artesanato, a associação de moradores e a escola quilombola da Passagem Funda. Consideramos por ensinagens, para além do letramento da escrita, as práticas de transmissão dessas memórias vivas (permanentemente re-significadas) e as ações educativas presentes na contação de histórias, no ensinamento das cantigas, na lida com a terra e com o roçado, na escuta dos/as mais velhos, no manuseio do barro para a feitura dos potes, na corporeidade das dançadeiras e no letramento racial quilombola presente nos encontros celebrativos da Festa da Abolição da Escravatura e no Dia da Consciência Negra, a partir do projeto comunitário “Resistir e afirmar”. | pt_BR |
| dc.embargo.terms | aberto | pt_BR |
| dc.embargo.lift | 2026-03-13T16:27:56Z | - |
| dc.contributor.referee | ., . | - |
| Aparece nas coleções: | Dissertações | |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| Cordeiro, Ana Claudia Vieira_ “Eu fui lá e reconheci esta comunidade!”_ 2024.pdf | 3,4 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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