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Título: A televisão como tecnologia de gênero e as representações femininas na franquia Star Trek (1965-2022)
Autor(es): Fernandes, Mariana Ruas
Orientador(ra): Torre, Robson Murilo Grando Della
Membro(s) Banca: ., .
Palavras-chave: Star Trek;Tecnologia de gênero;Mídia televisiva;Cultura;Relações sociais
Área: Ciencias Humanas
Subárea: Historia
Data do documento: 2024
Resumo: Nesta pesquisa, temos como objetivo analisar a forma como a personagem Número Um foi abordada na franquia televisiva estadunidense Star Trek, desde sua estreia em 1965 até a última produção da série em 2022, tendo em consideração a presença – ou não – de mulheres em postos de comando de organizações militares. Defendemos que houve uma mudança significativa na forma como a personagem foi representada, levando em conta o contexto social, político e his tórico em que as séries foram produzidas, bem como a maneira como as representações de gênero de cada período influenciaram na construção e posteriores rejeição ou aceitação dessa figura. O fio condutor de nossa investigação será a análise da referida personagem, criada em 1965, mas que, devido a sua posição de liderança, em dissonância com os padrões de gênero da época, foi rejeitada tanto pelo público quanto pela emissora ainda na fase de testes do programa. No entanto, em 2018, a personagem foi reintroduzida em outra série da franquia, sendo dessa vez aclamada pelos fãs e pela crítica, a ponto de, quatro anos depois, vir a protagonizar uma série própria. Dessa forma, serão analisados o episódio piloto da série clássica de Star Trek, produzido em 1965, os episódios 13 e 14 da segunda temporada de Star Trek: Discovery, exi bidos em 2018, e o episódio 3 da primeira temporada de Star Trek: Strange New Worlds, exi bido em 2022, uma vez que em todos eles a personagem em análise aparece em destaque. Neste trabalho utilizaremos os conceitos de gênero segundo Judith Butler (2019), e de Tecnologia de Gênero desenvolvido por Teresa de Lauretis (1994), bem como metodologias de análise de cinema e imagem, a exemplo de Ismail Xavier (2005) e Carlos André F. Passarelli (2013).
URI: https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2152
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