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https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2223| Título: | Atividade moluscicida de extratos de plantas do cerrado em Biomphalaria glabrata (SAY, 1818) |
| Autor(es): | Cruz, Juliana Pimenta |
| Orientador(ra): | Vasconcelos, Viviane de Oliveira Vieira, Thallyta Maria |
| Membro(s) Banca: | Pereira, Cíntia Aparecida de Jesus Moura, Ana Paula Venuto |
| Palavras-chave: | Controle alternativo;Shistosoma mansoni;Extratos vegetais;Cerrado |
| Área: | Ciencias Biologicas |
| Subárea: | Botanica |
| Data do documento: | fev-2022 |
| Resumo: | Moluscicidas derivados de plantas têm sido indicados como estratégias seletivas e de baixo custo para o controle da Biomphalaria glabrata (Say, 1818), hospedeira intermediária da esquistossomose. O objetivo desse trabalho foi avaliar os extratos aquosos e etanólico de folhas de plantas presentes no Cerrado como Caryocar brasiliense Camb., Ximenia americana L., Piptadenia viridiflora (Kunth) Benth e Schinopsis brasiliensis Engl. como uma alternativa no controle do molusco B. glabrata. Para isso, as folhas foram coletadas no Campus da UFMG em Montes Claros-MG. Para verificar a atividade moluscicida dos extratos, foram utilizadas concentrações de 150, 100, 75, 50 e 25 µg/mL dos extratos, um controle positivo contendo Niclosamida a 3 µg/mL e um controle negativo contendo água desclorada. Para avaliar a toxicidade frente a organismos não alvo, utilizou-se a Artemia salina nas concentrações de 10, 100 e 32 1000 µg/mL. Observou-se que os extratos aquosos e etanólicos testados demonstraram mortalidades significativas antes de 24h de exposição. Sendo que os extratos aquosos de P. viridiflora, C. brasiliense e S. brasiliensis nas concentrações acima de 75 µg/mL alcançaram mortalidade superior a 90%. Já para o extrato etanólico, todas as plantas testadas nas concentrações acima de 50 µg/mL observaram-se mortalidade acima de 80%. Não foi observada toxicidade frente a A. salina. Dessa forma, constatou-se alta atividade moluscicida dos extratos etanólico e aquosos das plantas testadas sobre adultos B.glabrata e não foi observada toxicidade frente a A. salina. |
| URI: | https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2223 |
| Aparece nas coleções: | Dissertações |
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