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https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2297Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | Queiroz, César Henrique de | - |
| dc.contributor.author | Chaves Filho, José Eustáquio | - |
| dc.date.accessioned | 2026-03-18T13:47:24Z | - |
| dc.date.issued | 2017-03 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2297 | - |
| dc.description.abstract | This dissertation is a study of the representations of the relations between Islam and Western Civilization present in the written press, Revista Veja and Folha de São Paulo newspaper during the cover of the capture and assassination of the terrorist Osama bin Laden. Initially, the research verifies the presence of representations that evoke the orientalist tradition, to the molds of the criticism built by Edward Said in his work Orientalism. From the study of the sources, it is verified that the two media vehicles moved away from that tradition and constructed their texts from other references. Revista Veja, in an American pro-action stance, constructed a liberal-sounding discourse, which at the same time did not appeal to the stigmatization of the Islamic religion, but equated it with Christianity and Judaism, described the diversity of religious practices within of Islam, and separated religion from terrorism. The magazine resorted to arguments such as the defense of liberal values such as secularism, religious freedom and free initiative, as a justification for American action and for other American actions in the Middle East. The newspaper Folha de São Paulo, assumes a position opposed to that of Revista Veja, when framing the construction of its texts in the American action. The vehicle also resorts to liberal values, stating that the US in its intervention hurt the liberal values they promised to spread. They claimed that the US replaced rational justice with revenge and torture. The paper linked the US to sponsoring terrorist groups and imperial behavior that undermines multilateral relations. The opposition between the two information companies was compared permeating their differences as the conception of a peaceful and liberal future for Veja, and at the same time a violent and uncertain future for Folha. Despite the differences, the notion of freedom constructed by the two sources resembles its fragility, because Veja confuses public liberty with private freedom while Folha de São Paulo uses the mathematics of horror to criticize the US without criticizing the terrorism to which Osama bin Laden was affiliated. | pt_BR |
| dc.description.sponsorship | Other | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Representações | pt_BR |
| dc.subject | Islã | pt_BR |
| dc.subject | Ocidente | pt_BR |
| dc.subject | Imprensa | pt_BR |
| dc.subject | Liberdade | pt_BR |
| dc.title | A captura de Osama Bin Laden: as representações sobre o Islã e o ocidente na Folha e Veja. | pt_BR |
| dc.type | Dissertacao | pt_BR |
| dc.subject.area | Ciencias Humanas | pt_BR |
| dc.subject.subarea | Historia | pt_BR |
| dc.description.resumo | Essa dissertação é um estudo sobre as representações das relações entre o Islã e a civilização Ocidental presentes na imprensa escrita, Revista Veja e o Jornal Folha de São Paulo durante a cobertura da captura e assassinato do terrorista Osama bin Laden. Inicialmente, a pesquisa verifica a presença de representações que evocam a tradição orientalista, aos moldes da critica construída por Edward Said em sua obra o Orientalismo. A partir do estudo das fontes, verifica-se que os dois veículos midiáticos se afastaram de tal tradição e construíram seus textos a partir de outras referências. A Revista Veja, em uma postura pró-ação norte americana, construiu um discurso permeado de características liberais, que ao mesmo tempo não recorria à estigmatização da religião islâmica, mas a igualou ao cristianismo e ao judaísmo, descreveu a diversidade de práticas religiosas dentro do Islã, e separou a religião do terrorismo. O periódico recorreu a argumentos baseados na defesa de valores liberais como secularismo, liberdade religiosa e livre-iniciativa, sendo justificativas para a ação norte americana e para as demais ações norte-americanas no Oriente Médio. O jornal Folha de São Paulo, assume uma posição oposta à da Revista Veja, ao enquadrar a construção de seus textos na ação americana. O veículo recorre também a valores liberais, afirmando que os EUA em sua intervenção feriam os valores liberais que eles prometiam disseminar. Afirmavam que os EUA substituíram a justiça racional pela vingança e tortura. O jornal relacionou os EUA ao patrocínio de grupos terroristas e comportamento imperial que solapa as relações multilaterais. A oposição entre as duas empresas de informação foram comparadas permeando suas diferenças como a concepção de um futuro pacífico e liberal para Veja, e ao mesmo tempo um futuro violento e incerto para a Folha. Apesar das diferenças, a noção de liberdade construída pelas duas fontes se assemelham em sua fragilidade, pois a Veja confunde a liberdade pública com a liberdade privada enquanto a Folha de São Paulo se recorre à matemática do horror para criticar os EUA sem estabelecer uma crítica ao terrorismo a que Osama bin Laden se filiava. | pt_BR |
| dc.embargo.terms | aberto | pt_BR |
| dc.embargo.lift | 2026-03-19T13:47:24Z | - |
| dc.contributor.referee | ., . | - |
| Aparece nas coleções: | Dissertações | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| Chaves Filho, José Eustáquio_A capturade Osama Bin Laden_2017.pdf | 917,54 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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