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Título: Herbivoria em Tabebuia ochracea (Bignoniaceae) ao longo de um gradiente sucessional em uma floresta tropical seca.
Autor(es): Silva, Jhonathan de Oliveira
Orientador(ra): Espírito Santo, Mário Marcos do
Melo, Geraldo Aclécio
Membro(s) Banca: Fagundes, Maurício
Ribeiro, Sérvio Pontes
Palavras-chave: Inseto herbívoro;Defesaquímica;Regeneração natural
Área: Ciencias Biologicas
Subárea: Biologia Geral
Data do documento: 6-mar-2009
Resumo: Este estudo teve como objetivo determinar padrões de herbivoria no ipê-amarelo, Tabebuia ochracea (Cham.) Standl. (Bignoniaceae) em uma floresta tropical seca no Parque Estadual da Mata Seca (PEMS), localizado no norte de Minas Gerais. Foram avaliadas a riqueza e abundância de herbívoros de vida livre (sugadores e mastigadores), taxa de herbivoria foliar, conteúdo de nitrogênio, concentração de compostos fenólicos e abundância de predadores aracnídeos ao longo da estação chuvosa para os três estágios sucessionais (inicial intermediário e tardio). As amostragens foram realizadas no início da estação chuvosa (dezembro), em folhas jovens, mas completamente expandidas, seguidos de coletas em fevereiro e abril, quando as folhas apresentavam-se maduras. Foram amostrados 15 indivíduos de T. ochracea por estágio sucessional em cada período de coleta. A abundância de mastigadores e sugadores e riqueza de mastigadores foram maiores no estágio inicial, apesar das maiores taxas de herbivoria serem encontradas nos estágios intermediário e tardio de sucessão. Provavelmente este fator está relacionado à melhor qualidade da folhagem das plantas presentes nos estágios mais avançados, uma vez que o conteúdo de nitrogênio mostrou efeito positivo no incremento em herbivoria. A concentração de compostos fenólicos e a abundância de aranhas não variaram entre estágios. Uma maior diversidade de herbívoros foi encontrada no mês de abril, principalmente devido ao aumento observado no estágio inicial de sucessão. Neste estágio, a maior taxa de incremento em herbivoria ocorreu no intervalo entre fevereiro e abril, provavelmente devido à existência de herbívoros tolerantes à baixa disponibilidade de nitrogênio. Para os estágios intermediário e tardio, as maiores taxas de incremento em herbivoria foram observadas no intervalo entre dezembro e fevereiro, que coincide com a melhor qualidade da folhagem. Para a maioria dos parâmetros avaliados, foram encontrados resultados semelhantes entre os estágios intermediário e tardio, o que evidencia maior proximidade entre estes quando comparado ao estágio de sucessão inicial. De uma maneira geral, as forças bottom-up exerceram maiores efeito sobre as taxas de herbivoria em T. ochracea que as forças “top-down” avaliadas neste estudo
URI: https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2556
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