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https://repositorio.unimontes.br/handle/1/1972| Título: | Percurso reflexivo sobre a criação de uma escola de artes em Milho Verde-MG a partir do pensamento contracolonial e feminista negro |
| Autor(es): | Parada, Isabela |
| Orientador(ra): | Baioni, Rafael |
| Membro(s) Banca: | Amorim, Mônica Maria Teixeira Horácio, Heiberle Hisberg Thürler, Djalma |
| Palavras-chave: | Arte;Guias pedagógicas;Pensamento Contracolonial;Pensamento feminista Negro;Milho Verde (Serro, MG) - Educação |
| Área: | Ciencias Humanas |
| Subárea: | Ciência Política |
| Data do documento: | 13-mai-2025 |
| Resumo: | Como uma das linhas de ação que compõem a criação de uma escola de artes em um espaço de preservação ambiental em Milho Verde-MG, esta dissertação teve o objetivo de referenciar tal escola em um fundamento pedagógico alinhado aos pensamentos contracolonial e feminista negro. Para tanto, questionou-se: como construir uma proposta pedagógica contracolonial? Direcionada por quais guias? E, ainda, como ocorre a construção de conhecimento, quando nos articulamos e nos reorganizamos a partir desses pensamentos? Trabalhou-se com a hipótese de que, efetuando uma destilação e um refinamento da memória de experiências vividas em Milho Verde, e do percurso formativo da pesquisadora enquanto artista e educadora, seria possível realizar uma transformação dessas experiências em um conhecimento estruturado a favor da criação de uma escola de artes contracolonial. Almejou-se fazer reflexões sobre os construtos epistemológicos dos pensamentos contracolonial e feminista negro, buscando alguns de seus cernes para que, daí, emergissem guias pedagógicas que posteriormente deverão direcionar a práxis na escola. A dissertação trata, portanto, do percurso reflexivo realizado: primeiro abordou-se a elaboração da trajetória pedagógica anterior à ideia da escola de artes, a qual foi baseada especialmente em Foucault, Hannah Arendt e Freinet, traçando-a panoramicamente e dando relevância às principais rupturas que formaram a sua genealogia, compreendendo as escolas enquanto instituições que trabalham com a dimensão do conhecimento e do sensível; depois foi realizado o aprofundamento nas vertentes de pensamento selecionadas, buscando que respondessem às angústias educacionais sobre a criação desse espaço formativo, ampliando o entendimento da dimensão do sensível e percebendo a formação de comunidades como estratégia para fortalecimento de vozes singulares. Trabalhou-se com Audre Lorde, Gloria Anzaldúa, bell hooks e Patrícia Hill Collins para o feminismo negro, bem como com Nêgo Bispo, Grada Kilomba, Jaider Esbell Makuxi, Oliveira e alguns autores do Grupo Modernidade/Colonialidade para o pensamento decolonial e contracolonial, entrelaçando as duas vertentes. Deste percurso reflexivo, emergiram possíveis guias pedagógicas para a escola de artes, sendo elas a ética do cuidado, o enraizar-se no território e a Vida. |
| URI: | https://repositorio.unimontes.br/handle/1/1972 |
| Aparece nas coleções: | Dissertações |
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