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Título: A GEOGRAFIA DAS REDES DE EXPORTAÇÕES DE CARNE BOVINA BRASILEIRA: as interações espaciais dos transportes e conexões com os mercados globais
Autor(es): Santos, Caio Carvalho
Orientador(ra): Pereira, Luiz Andrei Gonçalves
Membro(s) Banca: Santos, Leandro Bruno dos
Bertholi, Anderson Willian’s
Palavras-chave: Logística de transportes;comercialização;exportação;carne bovina
Área: Ciencias Humanas
Subárea: Geografia
Data do documento: 28-ago-2025
Resumo: A partir da década de 1970, a mundialização do capital e a financeirização da economia alteraram as dinâmicas do comércio global. No mercado de carne bovina entre 2001 e 2022, EUA, Brasil, China, Argentina e Austrália lideraram a produção; Austrália, EUA, Brasil, Holanda e Índia se destacaram como exportadores; e EUA, China, Japão, Itália e Alemanha como principais importadores. Este trabalho tem como objetivo analisar a dinâmica espacial das redes de transporte na distribuição das exportações brasileiras de carne bovina entre 2001 e 2022. A metodologia baseou-se em construção teórica sobre os temas citados, coleta de dados secundários, espacialização e análise das informações. A China foi o principal importador, enquanto os EUA atuaram como grandes produtores, exportadores e importadores. O Brasil, apesar de sua relevância como produtor e exportador, enfrenta desafios logísticos, sobretudo pela dependência do transporte rodoviário. Estados como Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Minas Gerais, Goiás, Bahia e São Paulo concentram os maiores rebanhos, pastagens, frigoríficos e abates. São Paulo lidera as exportações, mesmo com rebanho menor. As exportações brasileiras de bovinos vivos e carne bovina cresceram significativamente no período. O Pará liderou no envio de bovinos vivos, escoados pelos portos de Vila do Conde e Belém para mercados como Venezuela, Egito e Turquia. Cerca de 12% da carne produzida foi exportada, com destaque para São Paulo, Mato Grosso e Goiás. O porto de Santos respondeu por quase 65% do valor exportado, tendo China, Rússia, Hong Kong e Egito como principais destinos. Apesar das limitações logísticas e crises pontuais, o Brasil tem mantido um nível mínimo de competitividade nas exportações de carne bovina
URI: https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2106
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