Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2131
Título: “Sempre-vivas em luta”: uma experiência de história pública sobre os usos comuns da terra no quilombo de Mata dos Crioulos- MG (2014-2019)
Autor(es): Almeida, Meiry Rodrigues Queiroz de
Orientador(ra): Delfino, Leonara Lacerda
Castro, Rafael
Membro(s) Banca: ., .
Palavras-chave: História pública;Territorialidade;Identidade Quilombola;Costumes
Área: Ciencias Humanas
Subárea: Historia
Data do documento: nov-2022
Resumo: A presente pesquisa pretende analisar a construção de memórias e saberes constituídos nos processos integrativos entre a Comunidade Quilombola de Mata dos Crioulos, localizada em Diamantina – Minas Gerais e as equipes técnicas acadêmicas, responsáveis por produzir três documentos, a saber: o Relatório Antropológico, o Protocolo Comunitário de Consulta Prévia das Comunidades Quilombolas e o dossiê Sistema Agrícola Tradicional na Serra do Espinhaço Meridional – MG-BR. O protocolo é para resguardar as comunidades das intervenções no território sem autorização dos comunitários. O relatório serve de base para a efetivação de políticas públicas para titulação das terras, frente ao INCRA e outras instâncias públicas envolvidas no processo de institucionalização da autorrepresentação quilombola. O dossiê foi elaborado para as comunidades receberem reconhecimento internacional como primeiro Patrimônio Agrícola Mundial do Brasil, através do Sistema Importante do Patrimônio Agrícola Mundial (SIPAN), como catadores de flores sempre-vivas na serra do Espinhaço. O sistema de agricultura tradicional de manejo e coleta de flores sempre-vivas passou a integrar a lista de 58 patrimônios agrícolas mundiais. Nossa hipótese é a de que os processos integrativos presentes nos documentos podem ser interpretados como prática de história pública. Isso se deve em razão da natureza do trabalho colaborativo e interdisciplinar, envolvendo a “escuta sensível” e a narrativa dos sujeitos comunitários que narram as memórias coletivas do grupo, em defesa dos seus direitos e identidades acionadas a partir das ameaças de desterritorialização e despejo. A metodologia usada foi a história oral e a análise dos dois documentos, o Relatório Antropológico de caracterização histórica, ambiental, econômica e sociocultural, e o dossiê Sistema Agrícola Tradicional na Serra do Espinhaço Meridional – MG-BR.
URI: https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2131
Aparece nas coleções:Dissertações

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Almeida, Meiry Rodrigues Queiroz de_ “Sempre-vivas em luta”_ 2022.pdf5,43 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.