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https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2136| Título: | Mandonismo mágico do sertão: corpo fechado e violência política nos sertões da Bahia e de Minas Gerais 1856-1931 |
| Autor(es): | Santiago, Luís Carlos Mendes |
| Orientador(ra): | Anastasia, Carla Maria Junho |
| Membro(s) Banca: | Ribeiro, Áureo Eduardo Magalhães Dias, Renato da Silva Abreu, Ilva Ruas de |
| Palavras-chave: | Mandonismo local;corpo fechado;sertão;dominação carismática |
| Área: | Ciencias Humanas |
| Subárea: | Historia |
| Data do documento: | 7-mai-2013 |
| Citação: | . |
| Resumo: | A presente dissertação analisa a política das pequenas localidades do norte de Minas e do centro-sul da Bahia ao longo do Segundo Império e da Primeira Repú blica por meio da crença no carisma do Corpo Fechado (invulnerabilidade mágica a disparos de arma de fogo e golpes de arma branca), atribuído a quatro mandões locais: o padre José Vitório de Souza, o subdelegado Afonso Lopes Moitinho, Antônio Antunes de França (o bandido Antônio Dó, originalmente proprietário de terras) e o coronel Horácio de Matos. Primeiramente são estudadas as peculiarie dades e as origens da crença no corpo fechado, passando-se, em seguida, a uma análise do contexto geográfico no qual esses mandões estavam inseridos, enfati zando a situação de fronteira, não apenas entre a Bahia e Minas Gerais, mas tam bém entre áreas de exploração econômica da mineração e da pecuária extensiva, além da vizinhança das áreas “oficialmente” colonizadas com povos indígenas, quilombolas e outras populações tradicionais sertanejas. Passa-se então à análise da situação de violência coletiva endêmica, e mesmo de guerra, nas regiões onde esses mandões atuavam, focalisando preliminarmente as instituições dessa forma de violência para em seguida estudar quatro “guerras”, começando com os con f litos de natureza política nas margens mineiras do São Francisco, prossseguindo com a guerra mais bem caracterizada na região da Chapada Diamantina, inclusive a passagem da Coluna Prestes pela região (1926), quando os revolucionários se bateram com os mandões locais; e terminando com a luta entre clãs partidários dos “mocós” e dos “tamanduás”, que teve lugar na região de Vitória da Conquista (1895). A última parte da dissertação é dedicada ao estudo dos carismas próprios dos mandões locais, inclusive a atuação política de sacerdotes católicos, e o as sassinato entendido como instrumento para acabar com dominações demasiada mente carismáticas |
| URI: | https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2136 |
| Aparece nas coleções: | Dissertações |
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