Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2146
Título: Interseccionalidade no cinema brasileiro: gênero, raça e marginalidade em Madame Satã (2002)
Autor(es): Sarmento, Thais Nery
Orientador(ra): Fazio, Andréa Helena Puydinger de
Membro(s) Banca: ., .
Palavras-chave: Cultura;Gênero;Interseccionalidade;Raça;Marginalidade
Área: Ciencias Humanas
Subárea: Historia
Data do documento: out-2023
Resumo: Na presente pesquisa, temos como objetivo analisar o filme Madame Satã (Karim Aïnouz, 2002) com o intuito de compreender os efeitos produzidos pela narrativa fílmica para a formação da identidade interseccional de gênero, raça e marginalidade. A obra narra a biografia de João Francisco dos Santos (Madame Satã), homem negro, homossexual e transformista brasileiro, pertencente a uma cultura marginal urbana do Rio de Janeiro na primeira metade do século XX. O personagem é constantemente alvo de preconceito de gênero e racial e utiliza sua marginalidade como uma forma de resistência. Compreendemos que este filme representa o preconceito de gênero, racial e social presente no imaginário da sociedade brasileira, que coloca em uma posição inferior pessoas negras, pobres e LGBTQI+, refletindo diretamente no cotidiano dessas populações e em suas relações sociais. Por meio de aparatos teórico- metodológicos da Cultura Visual e da Linguagem Cinematográfica, assim como a Interseccionalidade, Necropolítica, Biopoder e Dispositivo da Sexualidade, será possível entender a representação da identidade do personagem principal construída pelo filme em questão, e, sobretudo, analisar a importância do cinema como fonte histórica.
URI: https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2146
Aparece nas coleções:Dissertações

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Sarmento, Thais Nery_ Interseccionalidade no cinema brasileiro_ 2023.pdf2,52 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.