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https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2209| Título: | História e memória no final do século xix: análise das obras “Se não me falha a memória” E “Minha vida de menina” |
| Autor(es): | Brandão, Luciana Pinheiro Fonseca |
| Orientador(ra): | Dias, Jeaneth Xavier de Araújo |
| Membro(s) Banca: | Abreu, Ilva Ruas de Seabra, Elizabeth Aparecida Duque |
| Palavras-chave: | História;Memória;Cultura;Literatura;Representação Social |
| Área: | Ciencias Humanas |
| Subárea: | Historia |
| Data do documento: | mai-2015 |
| Resumo: | Este trabalho tem como objetivo a análise da história e da memória em duas obras literárias de escritores mineiros. Trata-se da autobiografia Se não me falha a memória de Joaquim de Salles e do diário Minha vida de menina de Helena Morley. Através da união da literatura com a História, buscou-se nessas obras as memórias possíveis de serem aferidas do final do século XIX, nas cidades do Serro e Diamantina, respectivamente. Além do espaço geográfico e do momento comum, essas obras trazem outras semelhanças como a descrição minuciosa do cotidiano, da cultura, das crenças e costumes, o que nos possibilitou conhecer, à luz de Joaquim de Salles e de Helena Morley, como viviam as pessoas desses lugares, como agiam e em que acreditavam. Entretanto, em nossa análise as diferenças entre as obras também foram percebidas, tanto do ponto de vista do gênero de escrita – um diário e uma autobiografia, quanto da idade dos autores, pois enquanto Helena Morley era uma adolescente quando redigiu seu diário, Joaquim de Salles já tinha 60 anos quando escreveu sua autobiografia, o que torna os objetivos e fins esperados para suas escritas diferentes, além da forma de escrita e da escolha das palavras, que denota um regionalismo mais acentuado na obra de Helena Morley em oposição a uma maior erudição na obra de Joaquim de Salles. Essas obras são analisadas como fontes para a história, a fim de compreendermos vestígios do passado passíveis de serem apreendidos através de seus autores. Assim, a representação social é utilizada tendo como entendimento que essa não capta o real, mas as percepções deixadas pelos autores ao observarem, resgatarem e registrarem esses fatos em suas obras. Não deixando de ressaltar o saudosismo presente nas obras, o intuito desse trabalho é histórico, ou seja, analisar os costumes, a cultura e as crenças da região do Serro e Diamantina no final do século XIX, utilizando para isso a autobiografia Se não me falha a memória de Joaquim de Salles e o diário Minha vida de menina de Helena Morley. |
| URI: | https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2209 |
| Aparece nas coleções: | Dissertações |
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