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https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2229| Título: | Caracterização morfológica das sementes, germinação e estabelecimento in vitro de Cambessedesia hilariana |
| Autor(es): | Sousa, Andréia de Almeida Ribeiro |
| Orientador(ra): | Almeida, Elka Fabiana Aparecida Santos, Rúbia Fonseca |
| Membro(s) Banca: | Nunes, Claudinéia Ferreira Londe, Luciana Cardoso Nogueira Vasconcelos, Viviane de Oliveira |
| Palavras-chave: | Cambessedesia hilariana;Sementes;Potencial fisiológico;Morfologia;Germinação;Cultivo in vitro;Cerrado |
| Área: | Ciencias Biologicas |
| Subárea: | Botanica |
| Data do documento: | abr-2023 |
| Resumo: | A espécie Cambessedesia hilariana é endêmica do Brasil, nativa do Cerrado, muito presente em ambiente de campo rupestre e dotada de atributos para o uso no paisagismo. Dessa forma, é necessário conhecer as características da semente e a sua germinação para pesquisas posteriores de propagação em larga escala. Este trabalho visou à caracterização morfológica de sementes e plântulas de Cambessedesia hilariana (Kunth) DC. var. hilariana e Cambessedesia hilariana (Kunth) DC. var. longifolia bem como o estabelecimento in vitro de Cambessedesia hilariana (Kunth) DC. var. hilariana. Os frutos foram coletados no município de Diamantina (MG). Na primeira etapa do trabalho, foram realizadas análises no Laboratório de Análise e Cultivo de Sementes do Instituto de Ciências Agrárias – UFMG, para descrição da morfologia das sementes e da germinação das duas variedades (cor, textura, peso, massa fresca, massa seca, testes de imagem e IVG). O delineamento foi inteiramente casualizado e foi realizado o teste Skott-Knott. Na segunda etapa, que consistiu no estabelecimento in vitro, apenas a variedade Cambessedesia hilariana (Kunth) DC. var. hilariana foi analisada, e os testes ocorreram no Laboratório de Melhoramento Florestal do Instituto de Ciências Agrárias – UFMG. Nessa etapa, foram realizados quatro tratamentos de assepsia com dez repetições de cada, e todos transcorreram na imersão sequencial de álcool 70%, Hipoclorito de Sódio nas proporções variadas e uma gota de detergente. Na sequência, o segundo tratamento recebeu o fungicida Derosal® Plus; no terceiro, foi utilizado o capim-limão; e o quarto tratamento sendo a testemunha somente a tríplice lavagem. Sessenta dias após, realizaram-se quatro testes de subcultivo em dois meios (MS e WPM), com e sem a presença do carvão ativado e com gelificante ágar, e apenas um tratamento com o meio MS e Phytagel®. O delineamento foi inteiramente casualizado e foram realizados testes Probit, Krushal-wallis e Qui-quadrado para as variáveis analisadas. Resultados revelaram que, comparando as duas variedades, as sementes de Cambessedesia hilariana (Kunth) DC. var. hilariana apresentam a coloração mais escura em relação à outra variedade, porém não ocorreram diferenças significativas para as medidas biométricas. O índice de velocidade média de germinação apresentou valores semelhantes entre as variedades analisadas, e a germinação sucedeu de forma satisfatória no 5º dia após a inoculação. O teste de imagem revelou que ambas as variedades apresentam superfície rugosa com escamas alinhadas. Na segunda etapa, observou-se que, no tratamento com a presença do fungicida, não ocorreu contaminação em nenhuma das amostras, e que o meio de cultura MS na presença do Phytagel® se mostrou superior em relação ao WPM para a maioria das características estudadas. Além disso, o uso do carvão ativado estabilizou o acúmulo da oxidação fenólica. Os dados da pesquisa mostraram importantes características morfológicas das sementes das duas variedades estudadas e possibilidade de estabelecimento in vitro de Cambessedesia hilariana (Kunth) DC. var. hilariana, mas são necessários mais estudos para propagação em larga escala. |
| URI: | https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2229 |
| Aparece nas coleções: | Dissertações |
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