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Título: Arquitetura aérea de Lychnophora Salicifolia Mart. e teste de Raio X no desempenho germinativo
Autor(es): Pacheco, Renata da Silva
Orientador(ra): Nunes, Claudinéia Ferreira
Fonseca, Rúbia dos Santos
Membro(s) Banca: Valadares, Nermy Ribeiro
Almeida, Elka Fabiana Aparecida
Palavras-chave: Arnica;Asteraceae;Plasticidade fenotípica;Imagem radiográfica;Germinação
Área: Ciencias Biologicas
Subárea: Botanica
Data do documento: abr-2024
Resumo: A espécie Lychnophora salicifolia Mart., popularmente conhecida como arnicão, é uma espécie nativa do Brasil, com potencial paisagístico, importância ecológica e medicinal. O objetivo geral deste estudo é utilizar o teste de raios X para investigar a morfologia interna das cipselas de Lychnophora salicifolia e avaliar sua relação com o desempenho germinativo, enquanto também se propõe a analisar a arquitetura aérea das populações desta espécie em duas regiões de Cerrado do município de Montes Claros- Minas Gerais, fornecendo uma compreensão destas plantas em seu ambiente natural. As cipselas foram analisadas por meio de testes raios X, onde foram realizadas oito repetições de 25 cipselas, para quatro lotes, a fim de gerar imagens das sementes e correlacionar com o teste de germinação. As cipselas cheias que não germinaram foram submetidas ao teste de tetrazólio para verificação da viabilidade. Identificou-se que nem todas cipselas cheias germinaram, mas apresentaram viabilidade pelo teste de tetrazólio. Em relação a arquitetura aérea, foram avaliadas 120 plantas, onde contatou-se que os atributos do solo que mais diferiram entre as duas regiões foram: K, Ca, Mg. Outros fatores, pouco variaram. Quanto às diferenças na arquitetura aérea das plantas avaliadas, nessas duas localidades, L. salicifolia mostrou-se altamente polimórfica com variações arquitetônicas mais evidentes em parâmetros como: altura máxima, altura do ramo principal e diâmetro do ramo principal. O estudo demonstrou eficiência na relação do uso do teste de raios X com a germinação das cipselas radiografadas e classificadas como cheias, além de mostrar diferenças morfométricas na arquitetura aérea entre as duas localidades, apesar da proximidade entre elas. Dado o alto grau de plasticidade fenotípica e resistência a ambientes pobres em nutrientes, necessita-se de estudos mais aprofundados sobre a biologia de L. salicifolia, a fim de entender por que cipselas cheias e viáveis nem sempre germinam.
URI: https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2236
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