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Título: Entre a farda e o cavalo: a figuração do hipismo como esporte olímpico no Brasil (1940-1960)
Autor(es): Vieira, Guilherme Carvalho
Orientador(ra): Pereira, Ester Liberato
Membro(s) Banca: ., .
Palavras-chave: Hipismo;História do Esporte;Militares;Equitação;Relações Sociais
Área: Ciencias Humanas
Subárea: Historia
Data do documento: mai-2024
Resumo: A presente dissertação tem, como objetivo, compreender a emergência da prática do hipismo e sua constituição pelos militares, no Brasil, entre as décadas de 1940 e 1960. O estudo tem, como campo norteador, perquirir relações estabelecidas pela difusão deste esporte olímpico no contexto nacional e a participação brasileira nos Jogos Olímpicos, ao compreender o processo de difusão do esporte hípico e a sua representação no contexto nacional e olímpico, bem como o papel precursor dos militares na apropriação do hipismo, e analisar o desenvolvimento da equitação como esporte no contexto militar e a expansão para o meio civil entre 1948 e 1956. O estudo também interpreta o papel do hipismo como elemento de distinção social no desenvolvimento dessa prática e a sua figuração na imprensa esportiva. A pesquisa foi realizada por meio de análise documental nos arquivos da Escola de Equitação do Exército (EsEqEx), da Confederação Brasileira de Hipismo (CBH), do Arquivo Histórico do Exército (AHEx), na Hemeroteca Digital Brasileira e no acervo pessoal da família de Oromar Osório, ex-comandante de Divisão de Cavalaria do Exército. O trabalho inicia-se com uma contextualização sociocultural e político-econômica do Brasil na primeira metade do século XX. Esta conjuntura mais ampla engloba a prática da equitação, que pode apresentar-se, também, como prática esportiva. O estudo também examina as figuras e representações das práticas de hipismo militar e sua expansão no meio civil. Concluímos que as relações estabelecidas e a influência da Missão Militar Francesa (MMF) foi fundamental para a consolidação do hipismo olímpico e a promoção de atletas para eventos esportivos. Além disso, o estudo mostra a existência de uma rede de interdependências que liga os participantes desta prática, ao destacar que, embora haja a presença de civis, o hipismo ainda é restrito a uma esfera social de alto poder aquisitivo, servindo como um espaço de sociabilidades para a conformação de pertencimento a determinado estrato social.
URI: https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2311
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