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https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2369| Título: | Da política se fez literatura: aspectos da sociedade portuguesa de 1972 e 1973 através das crônicas de José Saramago em “as opiniões que o DL teve” |
| Autor(es): | Rosa, Dandara Tamires Castro |
| Orientador(ra): | Jesus, Alysson Luiz Freitas de |
| Membro(s) Banca: | . |
| Palavras-chave: | Saramago;crônicas políticas;sociedade portuguesa;Literatura engajada;História e Literatura |
| Área: | Ciencias Humanas |
| Subárea: | Historia |
| Data do documento: | set-2019 |
| Resumo: | José Saramago, escritor português agraciado com o Prêmio Nobel em Literatura, em uma construção literária híbrida de literato e jornalista, publicou, durante os anos do fim do Estado Novo, textos do gênero crônica evidenciando a voz de quem, sufocado por uma ditadura de quase um século, busca despertar em seu leitor um desassossego quanto à situação problemática de Portugal. Em uma escrita engajada, construída sob o regime de opressão e censura, apresentou e criticou perspectivas do contexto vivido por meio de uma linguagem coberta de ironias, recurso esse essencial para incorporar o discurso do outro (o governo), questioná-lo e revelar ao leitor os eufemismos dissimuladores da realidade. Assim, numa incursão às crônicas de Saramago, depara-se com polos antagônicos: Saramago X ditadura; ironia X eufemismo; Portugal X governo marcelista. Numa clara relação entre contexto histórico e literatura, a escrita saramaguiana desmascara o ostracismo do governo e lastima a falta de politização do povo português. Nessa seara, mediante a abertura do campo da Nova História Cultural à Literatura, esta pesquisa propõe-se, como objetivo geral, a analisar aspectos políticos do fim do Estado Novo, especificamente dos anos 1972 e 1973, através das crônicas do escritor José Saramago publicadas no livro “As opiniões que o DL teve” (1990). Para tanto, recorreu a um arcabouço teórico fundamentado em Chartier (1990), Borges (2002) e Pesavento (2003), entres outros. Insta ressaltar que o presente trabalho se valeu de um recorte de doze crônicas cuja análise reverbera a primeira intervenção claramente política de Saramago em público. Grosso modo, fica patente que Saramago concebeu a literatura como um espaço governado pela imaginação, sem deixar de lado o contexto social histórico-cultural e econômico em que viveu na constância da escrita dos textos. |
| Descrição: | RESUMEN José Saramago, escritor portugués galardonado con el Premio Nobel de Literatura, en una construcción literaria híbrida de literato y periodista, publicó, durante el final del período de Estado Novo, textos del género de la crónica que destacan la voz de aquellos, sofocados por una dictadura de casi Hace un siglo, busca despertar en su lector una inquietud sobre la problemática situación de Portugal. En un escrito comprometido, construido bajo el régimen de opresión y censura, presentó y criticó las perspectivas del contexto vivido a través de un lenguaje cubierto de ironías, un recurso esencial para incorporar el discurso del otro (el gobierno), cuestionarlo y revelarlo al público. lector los eufemismos disimuladores de la realidad. Así, en una incursión en las crónicas de Saramago, uno encuentra polos antagónicos: la dictadura de Saramago X; ironía contra eufemismo; Portugal X gobierno marcelista. En una relación clara entre el contexto histórico y la literatura, la escritura saramaguiana desenmascara el ostracismo del gobierno y deplora la falta de politización del pueblo portugués. En esta área, al abrir el campo de la Nueva Historia Cultural a la Literatura, esta investigación tiene como objetivo general analizar aspectos políticos del fin del Estado Novo, específicamente de 1972 y 1973, a través de las crónicas del escritor José Saramago publicado. en el libro "Las opiniones que DL tenía" (1990). Para ello, utilizó un marco teórico basado en Chartier (1990), Borges (2002) y Pesavento (2003), entre otros. Es de destacar que el presente trabajo se basó en doce crónicas cuyo análisis reverbera la primera intervención claramente política de Saramago en público. En términos generales, está claro que Saramago concibió la literatura como un espacio gobernado por la imaginación, sin descuidar el contexto social-histórico-cultural y económico en el que vivía en la constante escritura de textos. |
| URI: | https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2369 |
| Aparece nas coleções: | Dissertações |
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