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https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2387| Título: | Complexidade estrutural da vegetação x o estresse da planta na determinação das taxas de ataque de herbívoros mastigadores: Um teste de hipóteses em duas espécies de plantas do Cerrado |
| Autor(es): | Duarte, Karen Luiza Rodrigues |
| Orientador(ra): | Faria, Maurício Lopes de |
| Membro(s) Banca: | . |
| Palavras-chave: | Assimetria flutuante;Cerrado;Estresse;Eugenia dysenterica;Interação inseto-planta;Qualea parviflora |
| Área: | Ciencias Biologicas |
| Subárea: | Biologia Geral |
| Data do documento: | ago-2020 |
| Resumo: | Plantas sujeitas a ambientes estressantes tendem a ser mais assimétricas com defesas reduzidas e, portanto, mais vulneráveis à herbívoria. Além disso, ambientes estressados são desfavoráveis aos organismos sensíveis às instabilidades climáticas (temperatura e seca) como é o caso dos herbívoros de vida livre. No Cerrado, há várias fitofisionomias com diferentes formações vegetais, desde áreas mais abertas até as mais fechadas, estruturalmente mais complexas. Assim as fitofisionomias podem ser ordenadas de forma a simular um gradiente de dureza ambiental. Este estudo investiga a relação entre assimetria e flutuante (FA) e herbívoria em Qualea parviflora e Eugenia dysenterica em cinco áreas em diferentes fitofisionomias do Cerrado. Testamos as hipóteses: Hipótese do Estresse de Planta (PSH) e Hipótese de Dureza ambiental (HEH), com o objetivo de investigar a interação entre as hipóteses avaliando como essas condições estressantes podem influenciar as plantas individuais e como esses efeitos conflitantes determinam as taxas de herbívoria. Nossos resultados mostraram, diferenças significativas na complexidade estrutural entre as áreas sendo campo rupestre<cerrado sensu stricto<cerradão. Além disso, a FA por planta variou com o aumento da complexidade de estrutural, para espécie Q. parviflora e não variou em E. dysenterica. A área foliar removida diferiu entre as espécies e não variou significativamente com o aumento da complexidade em ambas as espécies. Por outro lado, a área foliar removida diminuiu, significativamente, com o aumento da FA em Q. parviflora. Diferentemente, em E. dysenterica, a área foliar removida aumentou com o aumento da FA e com a interação entre a complexidade e FA. Sugerimos que o estresse da planta em Q. parviflora é determinada pela complexidade, enquanto que em E. dysenterica é determinada pela herbívoria. |
| URI: | https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2387 |
| Aparece nas coleções: | Dissertações |
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| Duarte, Karen Luiza Rodrigues_Complexidade estrutural da vegetação x o estresse_2020.pdf | 575,55 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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