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Título: Estrutura e dinâmica da comunidade de plântulas em três formações vegetais no Norte de Minas Gerais
Autor(es): Murta, Aline de Figueiredo
Orientador(ra): Faria, Maurício Lopes de
Fagundes, Marcílio
Membro(s) Banca: Neves, Frederico de Siqueira
Reyes, Pablo Crevas
Palavras-chave: crescimento de plântulas;mortalidade de plântulas;herbivoria;regeneração natural
Área: Ciencias Biologicas
Subárea: Biologia Geral
Data do documento: 11-fev-2010
Resumo: Este estudo teve o objetivo de testar duas hipóteses: 1) Hipótese da similaridade de composição, que prediz que a composição vegetal do estrato regenerativo é semelhante à composição do estrato arbóreo na mesma fitofisionomia. 2) Hipótese do stress ambiental, que prediz que fitofisionomias com menor cobertura vegetal apresentam maior crescimento de plântulas, menor herbivoria e maior sobrevivência. Descreveu-se a composição florística dos estratos arbóreo e regenerativo de 45 parcelas, 15 nos ambientes de cerrado, mata seca e mata ciliar na Área de Proteção Ambiental Estadual Bacia do rio Pandeiros norte do estado de Minas Gerais. Entre fevereiro (2008) e abril (2009) foram coletados dados de altura e número folhas das plântulas, taxa de herbivoria e indicou-se a mortalidade entre uma amostragem e outra. Mediu-se a abertura do dossel nas estações seca e chuvosa através de fotografias hemisféricas. 587 plântulas foram monitoradas. A riqueza de plântulas variou entre os ambientes. O crescimento diferiu entre os meses de amostragem e foi maior na estação chuvosa. A cobertura do dossel variou entre os ambientes e entre os meses de amostragem, diminuindo na estação seca. O número de folhas das plântulas diferiu entre os meses e entre os ambientes. A abundância e a densidade de plântulas não variaram entre os ambientes, A altura e o crescimento das plântulas não diferiram entre os três ambientes. Não houve relação entre a abertura do dossel e o crescimento das plântulas. O cerrado apresentou menor cobertura de dossel, plântulas com maior número de folhas, menor área foliar total e menor mortalidade. A mata seca apresentou menor riqueza de plântulas e maior cobertura de dossel. A mata ciliar apresentou maior mortalidade de plântulas e menor tempo médio para morte. A comunidade de plântulas e a de indivíduos arbóreos variou entre os ambientes e entre si no mesmo ambiente. A primeira hipótese não foi confirmada, evidenciou-se uma alta substituição de espécies entre os dois estratos dos ambientes estudados, indicando que, pode haver variação na composição de espécies entre os estratos. Essa variação pode ser afetada pela condição local e o grau de antropização. A segunda hipótese foi confirmada, sendo o cerrado o ambiente mais submetido ao stress ambiental, com menor cobertura vegetal e onde as plântulas sobreviveram mais, provavelmente em função da menor herbivoria. A herbivoria foi o fator determinante na mortalidade das plântulas. A maior mortalidade de plântulas na mata ciliar relaciona-se também com a maior fragilidade deste ambiente. Assim, estudos prévios de dinâmica, estrutura e sucessão, devem ser realizados antes de iniciar-se programas de recuperação
URI: https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2403
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