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https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2463| Título: | Padrões espaço-temporais da comunidade de formigas em ilhas florestais altimontanas |
| Autor(es): | Brant, Humberto Soares Caldeira |
| Orientador(ra): | Neves, Frederico de Siqueira Silva, Pedro Giovâni da |
| Membro(s) Banca: | Araújo, Walter Santos de Reis, Luiz Eduardo Macedo |
| Palavras-chave: | Biogeografia de ilhas;Capões de mata;Formicidae;Metacomunidade |
| Área: | Ciencias Biologicas |
| Subárea: | Biologia Geral |
| Data do documento: | 2019 |
| Resumo: | Paisagens naturalmente fragmentadas são bons sistemas para a avaliação de padrões e mecanismos que determinam a distribuição de espécies em ambientes continentais. A colonização e estabelecimento de alguns invertebrados é afetada por fatores da estrutura da paisagem, uma vez que a distribuição de recursos, condições e pressões de interações é espaço-temporalmente heterogênea. Este trabalho tem como objetivo avaliar (1) os padrões espaciais e temporais da comunidade de formigas em ilhas florestais altimontanas e (2) como as assembleias de formigas usam o habitat de maneira diferente. Dessa forma, avaliamos os padrões desconstruindo a comunidade em espécies dependentes de floresta ou tolerantes à matriz. Quatorze ilhas florestais localizadas na Serra do Cipó (MG), variando em dimensões, formas e conectividade foram usadas neste estudo. As amostragens foram realizadas semestralmente ao longo de dois anos, usando armadilhas de queda. Usamos modelos lineares generalizados e testes de mantel para relacionar variáveis de estrutura da paisagem, estrutura da ilha florestal e sazonalidade com a diversidade β e riqueza da comunidade de formigas. Destacamos que a composição de espécies (diversidade β) variou mais no espaço do que no tempo e que há uma correlação entre distância geográfica e diversidade β. Verificamos que a variação na composição de espécies no tempo (diversidade β temporal) difere entre as assembleias de formigas. Formigas dependentes de floresta respondem à estrutura da ilha florestal e da paisagem, e as espécies tolerantes à matriz são influenciadas somente pela estrutura da paisagem. A estrutura da paisagem determina a capacidade de dispersão entre as ilhas florestais para ambas as assembleias, enquanto as características locais da ilha florestal determinam a capacidade de estabelecimento somente de formigas dependentes de florestas. Mostramos a importância da manutenção desse arquipélago florestal para manter a dinâmica da metacomunidade e a diversidade de formigas em regiões altimontanas. |
| URI: | https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2463 |
| Aparece nas coleções: | Dissertações |
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