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Título: Avaliação das mudanças espaço-temporais na composição das espécies de anfíbios na região de Jequitaí/MG
Autor(es): Santos, Gracielle Souza
Orientador(ra): Pessoa, Rodrigo Oliveira
Membro(s) Banca: Faria, Maurício Lopes de
Brandão, Murilo Malveira
Palavras-chave: Beta diversidade;Anfíbios;Cerrado
Área: Ciencias Biologicas
Subárea: Biologia Geral
Data do documento: fev-2022
Resumo: A diversidade beta vem sendo utilizada para explicar as variações na composição de espécies, podendo ser descritos através dos padrões de turnover e aninhamento. Nesse estudo, buscou-se avaliar as mudanças espaço-temporais na composição das espécies (β-diversidade) utilizando os dados de anfíbios coletados na região de Jequitaí/MG, em 4 áreas distintas de cerrado, nos anos de 2015, 2018 e 2019. Testamos as hipóteses: (I) A comunidade de anfíbios é mais estável temporalmente, variando pouco ao longo do tempo (menor β-diversidade temporal) e com maior β-diversidade espacial, devido à heterogeneidade de composição das áreas; (II) A riqueza e abundância de anfíbios variam entre as estações, sendo maiores na estação chuvosa; (III) A abundância dos anfíbios irá variar entre os anos, proveniente de ações antrópicas que foram intensificadas, enquanto a riqueza não irá variar. Calculamos as β-diversidades espaciais e temporais utilizando o índice de Sørensen (βSOR). Utilizamos a presença/ausência de espécies, particionadas também em turnover (βSIM) e aninhamento (βNES). As análises foram realizadas no software R, usando o pacote ‘beta-part’. Utilizamos GLMM com análise de variância (ANOVA) para estimar riqueza e abundância. Os resultados indicam que houve maior variação dos anfíbios entre as áreas de coleta do que em relação aos anos (p<0,05). De forma geral, o β temporal é menor que o β espacial (β.SOR 0.638 e β.SOR 0.951, respectivamente; p<0,05) indicando que houve maior mudança na composição de anfíbios entre os locais do que em relação aos anos. Entre os anos, β temporal foi maior em 2019 (βSOR 0,851), indicando que houve maior mudança na composição de espécies (p<0,05). A variação na riqueza das espécies foi significativa somente entre as estações (seca/chuva) (p<0,014), não variando entre os anos (p<0,532). A estação chuvosa foi a que demostrou maior riqueza de espécies. Houve variação na abundância das espécies em relação aos anos e estações (p< 0,001), sendo que na estação seca teve menos anfíbios do que a estação de chuva.
URI: https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2522
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