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Título: Variação na estrutura, na composição floristica e nas formas de vida ao longo de um gradiente altitudinal na Cadeia do Espinhaço
Autor(es): Mota, Graciene da Silva
Orientador(ra): Fernandes, Geraldo Wilson
Nunes, Yule Roberta Ferreira
Veloso, Maria das Dores Magalhães
Membro(s) Banca: Oki, Yumi
Espírito Santo, Mario Marcos do
Palavras-chave: diversidade;composição florística;altitude;parâmetros fitossociológicos;componentes lenhosos
Área: Ciencias Biologicas
Subárea: Biologia Geral
Data do documento: 27-fev-2012
Resumo: O estudo avaliou a estrutura, as formas de vida e a composição floristica da comunidade lenhoso de sete pontos ao longo de um gradiente altitudinal do complexo rupestre da Serra do Cipó, MG, além disso, a influência da variações edáficas sobre a distribuição das espécies foi avaliada. Em cada área, foram distribuídas 13 parcelas de 100 m2, totalizando uma amostragem de 0,91 ha, onde foram amostrados todos os indivíduos com diâmetro a altura do solo (DAS) ≥ 1 cm. Foram calculados os parâmetros quantitativos clássicos e os índices de diversidade e equabilidade. Comparou-se a composição florística entre os pontos amostrados e a similaridade foi calculada. Diferenças em relação a diversidade, área basal, riqueza e abundância das espécies, além da frequência e riqueza de formas de vida entre as áreas também foram avaliadas. A relação entre a altitude e riqueza também foi determinada e as relações entre as espécies e as variáveis ambientais. Foram amostrados 9672 indivíduos, distribuídos em 278 espécies, sendo que as fanerófitas foram mais representativas, seguidas de caméfitas, terófitas, hemicriptófitas e geófita. As famílias mais ricas foram Asteraceae, Melastomataceae, Fabaceae, Eriocaulaceae, Velloziaceae, Malpighiaceae, Myrtaceae, Rubiaceae e Vochysiaceae. As espécies com maior densidade foram Actinocephalus polyanthus, Vellozia nivea, Richterago polymorpha, Lychnophora pinaster, Vellozia epedendroides, Vellozia albiflora, Neea theifera, Leiothrix crassifolia, Paepalanthus bromelioides e Byrsonima verbascifolia. A riqueza, a diversidade e a frequência e riqueza de formas de vida diferiram significativamente entre as áreas. Além disso, a riqueza de espécies relacionou com a altitude e houve ordenação das espécies em função das variáveis edáficas. Assim, a altitude e as variáveis edáficas possivelmente determinaram a diferenciação e distribuição das espécies entre as áreas, o que indica que estas são heterogêneas
URI: https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2539
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