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Título: Estrutura do diásporo e germinação de babaçu [Attalea vitrivir Zona (Arecaceae)], importante fonte brasileira de biomassa
Autor(es): Neves, Silma da Conceição
Orientador(ra): Pimenta, Marcio Antonio Silva
Ribeiro, Leonardo Monteiro
Membro(s) Banca: Lopes, Paulo Sérgio Nascimento
Nunes, Yule Roberta
Palavras-chave: anatomia de sementes;embrião;plântulas;palmeiras
Área: Ciencias Biologicas
Subárea: Biologia Geral
Data do documento: 23-abr-2012
Resumo: Palmeiras do complexo babaçu (Attalea sp.) proporcionam grande variedade de recursos extrativistas não madeireiros com excepcional potencial de uso agroindustrial. Como existe pouco conhecimento sobre o processo germinativo no grupo, este trabalho objetivou avaliar aspectos estruturais do diásporo e fisiológicos do processo germinativo em Attalea vitrivir, espécie adaptada ao clima sazonal do bioma Cerrado. Avaliou-se a morfologia dos frutos e plântulas, o efeito do armazenamento dos diásporos sobre a germinação e o efeito do pericarpo na absorção de água pelas sementes. Caracterizou-se a embebição, determinou-se o efeito da temperatura, da retirada do opérculo e do ácido giberélico (GA3) sobre a germinação e avaliou-se a biometria, anatomia e histoquímica de sementes e plântulas. O controle da germinação ocorre por meio de uma complexa interação entre aspectos estruturais e fisiológicos. O pericarpo protege a semente e causa dormência física que, em interação com o requerimento de temperatura, pode postergar a germinação para períodos chuvosos subsequentes. O padrão de desenvolvimento da plântula favorece seu enterrio e proteção. Parte das sementes apresenta dormência fisiológica não profunda, associada ao opérculo. Não existe dormência morfológica, apesar de o eixo embrionário ser microscópio e o eixo hipocótilo-radícula parcialmente diferenciado. A germinação e o desenvolvimento inicial são proporcionados pelo alongamento das células do cotilédone e pela atividade de dois meristemas distintos na região proximal. A mobilização das reservas embrionárias inicia-se na embebição e é suficiente para sustentar a germinação. O haustório se desenvolve em estrutura especializada e participa ativamente da mobilização das reservas da semente
URI: https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2540
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