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Título: Variação estrutural e florística da comunidade arbórea em veredas sob efeito de impacto ambiental na APA do rio Pandeiros, MG
Autor(es): Bahia, Thaise de Oliveira
Orientador(ra): Nunes, Yule Roberta Ferreira
Membro(s) Banca: Veloso, Maria das Dores Magalhães
Ribeiro, Sylvia Therese Meyer
Palavras-chave: Composição florística;fitossociologia;diversidade;impacto ambiental;áreas alagadas;componente arbóreo
Área: Ciencias Biologicas
Subárea: Biologia Geral
Data do documento: 14-jul-2011
Resumo: O objetivo deste trabalho foi caracterizar a flora e a estrutura da comunidade vegetal de seis veredas em diferentes estágios de conservação, através da descrição florística e fitossociológica e da comparação da estrutura, composição, riqueza e abundância. Em cada vereda foram distribuídas 100 parcelas de 100 m2, totalizando 6 ha de amostragem, onde foram amostrados todos os indivíduos acima de 3 cm de diâmetro a altura do peito (DAP; 1,30 m do solo). Foram calculados os parâmetros quantitativos clássicos, os índices de diversidade e equabilidade e a similaridade florística, através da análise de agrupamento. As variações de riqueza e abundância (GLM) e as características estruturais de área basal e distribuição de tamanhos foram comparadas entre as áreas selecionadas. Determinaram-se as relações entre a vegetação e ambiente (CCA) e as preferências das espécies por áreas específicas (ISA). Foram encontrados 7965 indivíduos distribuídos em 53 famílias, 102 gêneros e 165 espécies identificadas e três não identificadas. As famílias mais ricas foram Fabaceae, Melastomataceae, Myrtaceae e Lauraceae. As 10 espécies mais abundantes foram Tapirira guianensis, Xylopia emarginata, Zygia latifolia, Cecropia pachystachya, Byrsonima pachyphylla, Myrsine umbellata, Calophyllum brasiliense, Calyptranthes widgreniana, Miconia sp. e Tapirira obtusa. Os índices de diversidade e equabilidade foram 3,573 e 0,698, respectivamente, para a amostragem total. Ocorreram grandes variações fitossociológicas, estruturais e de composição entre as veredas. Os sítios sofreram diferentes níveis de degradação e, por isso, a riqueza e abundância diferiram entre as áreas, assim como, variaram os valores de área basal total, altura e diversidade. Estas diferenças demonstraram que veredas mais perturbadas apresentaram parâmetros estruturais reduzidos, comparativamente àquelas preservadas. Os dados revelaram a formação de três grupos: veredas preservadas, aquelas com nível intermediário de perturbação e as mais perturbadas. Houve também uma separação em relação às espécies. A maior proporção de espécies tolerantes à sombra e exigentes de luz foi encontrada em áreas menos perturbadas. Desta forma, as perturbações antrópicas têm provocado mudanças na composição natural, com perda de espécies e redução da biomassa. Ficou demonstrado neste estudo que os impactos ambientais afetaram a estrutura da comunidade arbórea diminuindo a riqueza, abundância e a diversidade nas veredas com maiores índices de degradação
URI: https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2407
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