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https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2501| Título: | Determining the K coefficient to Leaf Area Index estimations in a Tropical Dry Forest |
| Autor(es): | Silva, Sarah Freitas Magalhães |
| Orientador(ra): | Azofeifa, Gerardo Arturo Sanchez Espírito Santo, Mário Marcos do |
| Membro(s) Banca: | ., . |
| Palavras-chave: | índices espectrais da vegetação;Área foliar;Monitoramento remoto;Floresta tropical seca;Estágios sucessionais;Fenologia |
| Área: | Ciencias Biologicas |
| Subárea: | Biologia Geral |
| Data do documento: | fev-2014 |
| Resumo: | O objetivo desse estudo foi determinar o coeficiente K em diferentes estágios de sucessão de uma Floresta Tropical Seca (FTS) brasileira: muito inicial, inicial, intermediário e tardio. Esse coeficiente foi calculado de acordo com a equação: K= logB/IAF, em que logB é determinado por valores de NDVI (Índice de Vegetação por Diferença Normalizada) e EVI2 (Índice de Vegetação Aprimorado) em diferentes fases fenológicas da vegetação; e o IAF (Índice de Área Foliar) é determinado pela média de IAF em diferentes fases de desenvolvimento foliar. Os índices espectrais (NDVI e EVI2) foram derivados a partir da radiação solar e fotossinteticamente ativa mensuradas por sensores meteorológicos comuns. O IAF foi obtido através da técnica de fotografias hemisféricas. Uma vez determinado o coeficiente K ele pode ser aplicado na equação: IAF= -K*logB. Devido à sazonalidade da FTS, os valores de IAF, NDVI e EVI2 variaram significativamente ao longo da estação chuvosa. Os índices mensurados variaram significativamente entres estágios sucessionais, indicando sensibilidade às diferenças estruturais dos estágios. Devido às variações em decorrência do desenvolvimento foliar na FTS, foram determinados também o ΔK (fase de crescimento foliar) e Kmax (folhas já completamente desenvolvidas). Além disso, os valores de K variaram entre estágios sucessionais. Assim, estabelecemos um modelo, baseado em propriedades espectrais da vegetação aliado às características biofísicas de uma FTS, através do é possível estimar o IAF. A aplicação do coeficiente K pode ainda aprimorar estimativas remotas de produtividade primária florestal e as trocas de gases e energia entre vegetação e atmosfera. |
| URI: | https://repositorio.unimontes.br/handle/1/2501 |
| Aparece nas coleções: | Dissertações |
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